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PSP-God of War: Chains of Olympus PT/BR

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PSP-God of War: Chains of Olympus PT/BR

Mensagem por Seto Kaiba Evolution em 11/9/2011, 21:34

PSP-God of War: Chains of Olympus PT/BR





Análise:

God of War:Chains of Olympus:


cerca de três anos, um espartano cativava os donos do Playstation 2
naquele que é considerado o melhor jogo para o console da Sony.Dentre
tantos títulos fascinantes publicados para um dos videogames de maior
sucesso da história, God of War era único em seu gênero, pois contava
com uma perfeita combinação entre combate e quebra-cabeças, bem como
jogabilidade sem precedentes, gráficos exuberantes e uma trilha sonora
capaz de deixar no chinelo muitos filmes épicos.

Essa breve
descrição deixa os fãs da serie cheios de nostalgia, ao mesmo tempo que
esclarece aos que nunca tiveram contato com a saga de Kratos - o
protagonista do título - o motivo de todo o
sucesso dessa franquia
que até pouco tempo contava com apenas dois jogos lançados: God of War e
God of War 2, ambos para o PS2. Ambos são games completos que
apresentaram inovações significantes e importantíssimas para o mercado
de games. Títulos com a qualidade e o impacto de God of War são raros, e
possuem um empecilho no que diz respeito a seqüências.

O
empecilho referido é que quando os desenvolvedores são incumbidos da
tarefa de lançar uma seqüência de um jogo tão inovador, esbarram no fato
de que já inovaram tanto quanto era possível para a plataforma em
questão, o que representa um entrave no quesito novidades.
Porém, os
produtores de God of War e God of War 2 souberam manter todasas
qualidades do primeiro jogo, bem como adicionar conteúdo e história
novos de forma a manter os fãs da série vidrados nas aventuras do
anti-herói Kratos.

Mais do mesmo, graças a Zeus




God
of War: Chains of Olympus, não apresenta grandes novidades na
jogabilidade, exceto sua adequação para os controles do PSP, que não
possui o analógico direito, nem mesmo os botões traseiros L2 e R2, todos
utilizados nas versões do PS2. Entretanto, inovar na jogabilidade de um
título que se tornou um clássico para a geração passada de consoles não
seria um passo muito confortável, tanto para os produtores quanto para
os fãs do guerreiro espartano.

Logo, a presença já consagrada
das Blades of Chaos (que no segundo jogo da série foram chamadas Blades
of Athenas), já era esperada. Tais armas são as principais aliadas de
Kratos na luta para se livrar dos pesadelos que, neste titulo, ainda
perseguem o guerreiro. Se você já jogou ambos os títulos antecessores,
não pense que em God of War: Chains of Olympus conhecerá os
acontecimentos posteriores às aventuras do herói grego.

Novas armas e magias


Além das Blades of Chaos, Chains
of Olympus apresenta ao jogador uma nova arma: a Gauntlet of Zeus, cuja
livre tradução seria "luvas de Zeus". A arma aparecerá para Kratos
somente no final do jogo, mas os jogadores irão deseja evoluí-la o mais
rápido possível ao descobrirem sua utilidade nos combates.

Para
auxiliar o jogador, existem também certas magias obtidas por Kratos.
São elas: o Efreet, uma espécie de demônio de fogo que Kratos é capaz de
invocar após derrotar um adversário persa que
possui essa arte.

Já a Light of Dawn é um feitiço que emite uma espécie de bola de fogo
que atinge adversários distantes. Porém essa magia não será de grande
uso no jogo, portanto gastar pontos de experiência
evoluindo ela não é uma tática muito inteligente.

Charon’s Wrath é a última magia que você receberá em God of War: Chains
of Olympus. Ela emite uma nuvem de parasitas nos adversários, sendo que
no caso de personagens pequenos, eles serão paralisados. Outro ponto
positivo da Charon’s Wrath é que ela aumenta seu combo rapidamente,
permitindo que você batalhe com mais de um adversário ao mesmo tempo. No
caso de ciclopes e outros personagens maiores, a magia não irá
paralisá-los, porém ainda assim ela poderá
manter o combo ativo mesmo quando você precise fugir deles.

Uma batalha contra seus próprios pesadelos.

Toda a aventura vivida por Kratos nos outros títulos da franquia tem
seus fundamentos nos pesadelos que passam a perseguir o personagem apos
sua morte. Nesses sonhos horrendos, Kratos revive incessantemente o
momento em que matou, acidentalmente, sua esposa e seufilho.

O titulo do PSP pode ser chamado de prequel,
termo empregado quando uma seqüência conta os momentos que antecederam
os acontecimentos vividos pelo jogador nos títulos anteriores de uma
série.
Tradução: ao contrário do primeiro jogo, onde Kratos já havia se
livrado das dores de seu passado, aqui o herói ainda está
acorrentado a esses sofrimentos, e se empenha numa batalha pelos deuses
do Olimpo em troca de uma mente livre dessas recordações.




No início do jogo, Kratos é enviado para combater os persas num de
seus ataques contra a Grécia. O pacto mantido entre ele e os deuses
gregos é que defendera a região em troca de sua liberdade. Daí o
subtítulo do jogo - Chains of Olympus - significa "correntes do Olimpo",
das quais Kratos é liberto durante a aventura.

Os minigames de contexto também estão de volta

Talvez a principal inovação da série tenham sido os chamados comandos
de contexto. Estes são espécies de minigames que permitem ao jogador
executar determinadas tarefas que exigem maior
concentração da forca
de Kratos, como arrombar baús e portas, além de executar finalizações
"cinematográficas" em chefões e alguns inimigos especiais.

Em
tais minigames, o jogador deve realizar uma seqüência de movimento
propostos pelo jogo num curto período de tempo (que varia de ação para
ação). Como se não bastasse, tais minigames de contexto ainda são
utilizados quando Kratos é convidado a participar de uma festinha
particular com duas beldades gregas. O sistema criado para o primeiro
God of War pode ser visto em muitos outros jogos depois dele, como
Jericho, Uncharted: Drake’s Fortune e muitos outros jogos dos mais
diversos gêneros.

Constância e consistência em um dos visuais mais belos do PSP


God of War: Chains of Olympus, surpreende por sua pureza gráfica. Assim
como Grand Theft Auto: Liberty City Stories, este é um jogo que pode
demonstrar todo o potencial do portátil da Sony. É
incrível o que o
PSP, com suas proporções diminutas, é capaz de fazer quando seus jogos
são bem programados e desenvolvidos de maneira consistente.


As texturas do cenário e dos personagens são tão solidas quanto a
modelagem de ambos, que praticamente não apresenta falhas. As cenas
entre capítulos utilizam efeitos de iluminação que deixam qualquer fã
de videogames boquiaberto. Além disso, existem certos efeitos de câmera,
como um leve chacoalhar da tela quando Kratos salta de uma plataforma a
outra, que são mais perceptíveis no PSP, devido à sua tela ficar mais
próxima do jogador. Esse aspecto do portátil da Sony é simplesmente
fantástico, já que sua tela widescreen de 4,3 polegadas faz com que o
empecilho de jogar em um console de tela pequena seja deixado para trás.

A física de Chains of Olympus também não fica atrás: os mais atentos
poderão perceber claramente a leve desaceleração de Kratos ao mergulhar
em um lago, por exemplo, bem como o aumento da dificuldade para executar
certas tarefas que exigem forca debaixo d'água.

Levando em consideração que em uma das últimas atualizações do firmware
- espécie de programa que controla o hardware do console - a Sony
realizou um desbloqueio na velocidade dos processadores do videogame, e
estando ciente de que os produtores de God of War utilizaram dessa
vantagem para tornar o jogo ainda mais perfeito, é pouco provável que
outro jogo seja capaz de superar a qualidade gráfica de God of War nesta
versão do portátil.

Trilha sonora digna de Oscar

É uma prática bastante lógica que os produtores dêem atenção
equilibrada para todos os aspectos de um jogo. Afinal, de nada adianta
bater de frente com um jogo de gráficos e jogabilidade excepcionais
quando toda a experiência é posta a prova por uma trilha sonora mal
produzida. A recíproca é verdadeira.

Um caso que apresenta
claramente o resultado negativo desses desequilíbrios é Kane &
Lynch: Dead Men, que foi marcado por uma série de desequilíbrios no que
diz respeito a aspectos como gráficos, trilha sonora e jogabilidade. O
game, que era uma das grandes promessas para 2007, desapontou a maioria
dos jogadores ao apresentar texturas pobres contra um cenário altamente
interativo, bem como trilha sonora rica no modo offline e extremamente
irritante nas partidas online.

God of War, no entanto, consegue
manter o mesmo nível de qualidade em todos os aspectos. A trilha sonora
orquestrada que coloca ojogador dentro de uma experiência épica
extasiante comprova esse
equilíbrio perfeito. Mais uma vez seus
produtores não desapontaram, oferecendo aos fãs musicas que farão os
apreciadores de musica clássica desejarem a trilha sonora do titulo para
ouvir enquanto não estão jogando, apesar que provavelmente o ritmo
delicioso das melodias que regem a nova aventura de Kratos não seja o
mesmo sem o som do metal das espadas tilintando, bem como os gritos dos
adversários derrotados e o palpitar do coração do herói quando sua vida
atinge um nível critico.

Espalhe sangue por todo o solo grego!

Sem dúvida nenhuma, o aspecto que garantiu o sucesso da franquia não
foi apenas o equilíbrio e a qualidade excepcional de cada um dos pontos
já citados, mas sim o enredo envolvente, repleto de
figuras
mitológicas gregas que conduzem o jogador de volta as guerras
encabeçadas pelas falanges espartanas, bem como a filosofia profunda dos
atenienses.

É isso que chama tanta atenção em God of War, um
título que apresenta os deuses gregos como eles realmente eram: cheios
dos mais diversos defeitos. Um mortal capaz de ignorar os desejos dos
deuses, lutar contra eles e vencê-los, tornando-se deus da guerra não é
qualquer mortal, e por isso torna-se tão difícil apontar um jogador que
não deseje ardentemente viver as aventuras do violento e egoísta
espírito espartano pelas terras gregas.

A dificuldade do jogo é
o único ponto onde God of War é posto à prova. A questão aqui não é um
nível de dificuldade mal desenvolvido, muito pelo contrário: nos
combates, essa dificuldade é bastante aceitável para todos os tipos de
jogadores, possibilitando que iniciantes vençam os adversários sem penar
muito ao mesmo tempo em que os experientes podem lutar contra uma horda
de inimigos usando combos variados cuja complexidade aumenta conforme a
aventura evolui.



Porém, quando se trata de desvendar os quebra-cabeças, a dificuldade
não pode ser diminuída, e é aqui que muitos iniciantes acabam desistindo
do jogo: a sensação de impotência diante de uma sala que não aparenta
ter saída é terrível, e ao enfrentar o primeiro desses obstáculos, os
menos decididos poderão simplesmente desistir de viver o resto da
história de Kratos, deixando o jogo de lado.

Links para download:





Tamanho ISO: 1,4GB

INSTALAÇÃO:


Descompacte o .rar e copie o arquivo ISO para pasta "ISO" da raiz do seu MemoryStick.

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